Blog da ABDeC / RN

28 de agosto: eleição nova diretoria ABD Nacional

DIRETRIZES DO PROCESSO ELEITORAL para ELEIÇÃO DA DIRETORIA NACIONAL E CONSELHO FISCAL da

A B D   NACIONAL 
gestão BIÊNIO AGOSTO 2011/2013

Estamos dando inicio as diretrizes do processo eleitoral que definirá a Diretoria Nacional e o Conselho Fiscal no Biênio de Agosto de 2011 até Agosto de 2013 da Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas metragistas – ABD Nacional que ocorrerá no dia 28 de agosto de 2011, durante o 22º Festival Internacional de Curtas de São Paulo, na Sala Petrobras, Cinemateca Brasileira, São Paulo, SP, entre 10:00h e 18:00h.
A Comissão Eleitoral que coordenará todas as etapas do pleito é composta pelos seguintes associados, os quais foram determinados no dia 28 de junho de 2011: Daniela Fernandes; Celso Gonçalves e Candido Alberto da Fonseca.
Conforme dispõe o Artigo 28, do Estatuto, As eleições da Diretoria da ABD Nacional e do Conselho Fiscal serão realizadas em Assembléia Nacional Ordinária a cada 2 (dois) anos. Parágrafo 1º – Somente poderão concorrer a cargos na Diretoria da ABD Nacional e do Conselho Fiscal membros efetivos das entidades afiliadas. Parágrafo 2º – Não serão admitidos votos por procuração.
As chapas que forem apresentadas deverão conter os cargos, os nomes completos dos candidatos correspondentes. As chapas serão compostas pelos seguintes cargos na Diretoria Nacional: (a) Presidente, (b) Vice-Presidente, (c) Secretario Geral, (d) Diretor administrativo financeiro, (e) seis diretores (f) 3 suplentes. O Conselho Fiscal será composto por: 03 (três) membros titulares e 01 (um) suplente.
As inscrições das chapas, concorrentes à Diretoria Nacional e Conselho Fiscal, deverão ser feitas mediante email dirigido à Comissão Eleitoral até o dia 18 de agosto de 2011, às 23:59h, último dia do prazo de inscrição. A partir de 19/08/2011 a comissão eleitoral terá cinco dias para avaliar e aprovar as chapas inscritas dentro do prazo (18/08/2011), verificando se existem impedimentos legais; serão também recebidos e julgados até a véspera da eleição os eventuais questionamentos que as chapas apresentem.
Reforçando que podem compor as chapas de candidatos, à Diretoria Nacional e Conselho Fiscal, membros efetivos das entidades afiliadas e em dia com a entidade, devidamente comprovada pelo pagamento. Cada candidato poderá participar somente de uma única chapa.
A eleição, da Diretoria Nacional e do Conselho Fiscal, será feita por voto universal, direto e aberto.
No caso de chapa única, para a Diretoria Nacional e Conselho Fiscal, poderá ser definido pela Comissão Eleitoral que o voto apresentará apenas duas alternativas: “sim” ou “não”, representando que as eleições dar-se-ão por aclamação expressa às únicas chapas apresentadas.
Na hipótese da alternativa “não” alcançar metade mais um dos votos dos eleitores presentes ao pleito, para qualquer das chapas apresentadas, esta não poderá ser proclamada eleita, resultando em que a Comissão Eleitoral iniciará novamente todo o procedimento para novo pleito.
Lembrando que estatutariamente não será permitido, em qualquer hipótese, o voto por procuração.
Os integrantes da Comissão Eleitoral não poderão ser candidatos à Diretoria Nacional, nem ao Conselho Fiscal, dissolvendo-se esta logo em seguida à cerimônia de posse, após a regularização dos documentos da chapa proclamada eleita.
Atenciosamente,
Comissão Eleitoral: Daniela Fernandes / Celso Gonçalves  / Candido Alberto da Fonseca

São Paulo, 18 de agosto de 2010

————–

1 – CHAPA CONCORRENTE ABD ATIVA

Prezada Comissão Eleitoral da ABD Nacional,

Em função da estadia de Orlando Bomfim na cidade de Triunfo (PE), onde
existe dificuldade de conexão via internet, coube a mim a
responsabilidade e honra de tornar pública a configuração da chapa ABD
ATIVA, pelo que solicito a pronta inscrição da mesma no processo
eleitoral que elegerá,  em São Paulo, a nova Diretoria da ABD.

Atenciosamente,

Duarte Dias
Diretor-Presidente da ACCV/ABD-CE

composição da Chapa ABD ATIVA 

Presidente– Orlando Bomfim (ABD-ES – Região Sudeste)

Vice-Presidente– Duarte Dias (ACCV/ABD-CE – Região Nordeste)

Secretária Geral– Regina Cunha (ABDeC-RN – Região Nordeste)

Diretor Administrativo e Financeiro– Guto Pasko (AVEC/ABD-PR – Região Sul)

Diretoria de Acervo e Distribuição – Ney Ricardo (ABDeC-AC –Região Norte)

Diretor de Regionalização e Integração Nacional – Yuri Kopcak (AMAV/ABD-MT – Região Centro-Oeste)

Diretora de Comunicação –Carla Osório (ABD-ES – Região Sudeste)

Diretora Executiva– Aletéia Selonk (APTC/ABD-RS – Região Sul)

Diretor Relações Internacionais– Iur Gomes (Cinemateca Catarinense/ABD-SC – Região Sul)

Diretor de Relações Institucionais – Caio Plessmann (ABD-SP – Região Sudeste)
Suplentes:

1. Carlos Tourinho (ABDeC-RN – Região Nordeste)
2. Cláudia Dreyer (APTC/ABD-RS – Região Sul)
3. David Cardoso (ACV/ABD-MS – Região Centro-Oeste)

PLANO DE TRABALHO DA CHAPA ABD ATIVA

O Plano de Trabalho tem por objetivo capacitar a entidade para
ser a  executora efetiva dos seus objetivos. Estes objetivos, por sua
vez, são  de aumento da produção, distribuição, exibição e preservação
do filme  documental e de curta duração independentes, com vistas à
auto-sustentabilidade do setor e à ampliação da diversidade cultural
brasileira.

Nesse sentido, deverão ser consideradas:

1- Ação sistemática de capacitação da entidade e seus associadosa partir de convênios entre a ABD Nacional e o MINC,CBC,CNC,Ministério da Integração,Educação,Comunicação,Ciências e
Tecnologia,Sebrae,Sesi,Sesc,Imprensa Nacional e TVS Públicas abertas e a Cabo visando:

a) Propiciar a criação de cursos de formação e de estudos do mercado;

b) Assessoria jurídica e parlamentar para os profissionais da área e associados, com a devida organização do sistema de direitos autorais para nossa atividade;

c) Criação de Rede de distribuição de conteúdos, com a criação de assessoria
técnica para a colocação dos produtos no mercado nacional e
internacional;

d) Constituição de um Banco de Dados de Referência das diretorias estaduais, seus quadros diretivos e associados, além de informações sobre os filmes, perfil de profissionais, atores e técnicos, locações  de equipamentos e demais atividades relacionadas a cadeia produtiva do  audiovisual.

e) Constituição do Portal Digital, concentrando os serviços de disponibilização
digital  de Dados, Acervos, Memória, Programação e Distribuição de obras documentais e de curta duração brasileiras e lista única e nacional de debates.

f) Negociação junto a EBC para veiculação de um programa produzido pela ABD Nacional.

2- Recuperação da luta e articulação política em prol da produção, distribuição,
exibição e preservação do documentário e do curta metragem, com a devida sistematização de linhas de financiamento por parte de bancos públicos e  privados que utilizem o produto acabado como valor de troca e
comercialização dentro de um mercado a ser estabelecido pelos órgãos
competentes.

3- Acento da ABD nos conselhos deliberativos e consultivos dos órgãos públicos e privados que lutam pelo cinema onde o documentário nos concerne a
representação e o curta metragem se constitui na parte mais importante.

4- Luta pela reavaliação dos editais do MINC e da ANCINE nos assuntos
concernentes aos aspectos da produção de documentário e curta metragem.

5- Ampliação das fontes de financiamentos para a produção do curta-metragem
subsidado e canais de exibição para essa produção a partir de escolas,
pontos de exibição, cineclubes,TVs públicas e privadas, internet,
cinemas alternativos e o cinemão, mediante análise e readequação da lei  do curta.

6- Aprimoramento, publicação, divulgação, e execução doprojeto Curta em Todas as Telas,  trabalhando sua integração com a
rede  de escolas públicas federais, estaduais e municipais, bem como com as  futuras Praças do PAC.

7- Criação do FUNDO NACIONAL DO CINEMA DE CURTA METRAGEM E LONGAS DE BAIXO ORÇAMENTO pelo MINC como  PAC da Inovação.

8- Execução dos 3 prêmios aprovados em Assembléia pela ABDN – Prêmio Nelson
Pereira  dos Santos, Cosme Alves Neto e Alberto Cavalcanti – além da
implementação do prêmio aprovado na reunião do Centro Oeste em Goiânia
(Prêmio EDNA FUJI) para curtas destacados no ano anterior ao do curso.

9- Encontro bianual da ABDN, com constituição da Agenda Nacional de Encontros e apoio logístico às Agendas Regionais, promovendo, em conjunto com o MINC,CBC,CNC,Ministério da
Integração,Educação,Comunicação,Ciências e
Tecnologia,Sebrae,Sesi,Sesc,Imprensa Nacional e as TVS Públicas abertas e a Cabo,  apoio a feiras tecnológicas e de conteúdos para o mercado
audiovisual brasileiro.

10- Implementação ativa de todas as propostas anteriormente aprovadas nas assembléias da ABD Nacional e não efetivadas em gestões anteriores, incluindo as
cartas  elaboradas nos sucessivos encontros.

11- Ações  visando instituir leis específicas para a comemoração, em todo o  Brasil, do Dia Nacional do Curta e do Dia do Documentário Brasileiro, tendo, entre outras ações específicas, a feitura de um documentário da ABDN – já aprovado em assembléia – pelas 27 afiliadas e o envolvimento da TVs públicas e comunitárias, além do Ministério das Comunicações e  outras entidades no evento.

12- Consolidação do Circuito de Exibição ABD, com a fundação de uma cooperativa de
exibidores em parceria entre a ABD e empresários e agentes públicos
interessados, além de revalorização e aperfeiçoamento dos NPDs (Núcleos de Produção Digital),
vinculando-os  diretamente ao sistema produtivo-distributivo e
otimizando os pontos já  instituídos e/ou administrados pelas ABDs.

13- Formação da cooperativa de produtores de cinema nacional com co-gestão das 27 ABDs e organizações similares, visando promover uma maciça campanha de filiação de novos associados e reintegração dos associados que se encontram afastados.

14- Apoio e fortalecimento conjunto das demais entidades de cinema e do audiovisual brasileiro.
Esse é o nosso compromisso aberto a todos os militantes abedistas
empenhados  na participação e construção de um novo patamar para o
documentário e o  curta metragem em nosso país.

———————————-

2- CHAPA ABD VIVA

*Prezados membros da Comissão e Associadas,*

Por motivos de extremo desgaste físico e dificuldade no retorno do
encontro/festival de Triunfo, foi socilitado por nossa candidata a
presidência, Cynthia Falcão, que fosse aqui publicada nossa chapa e
propostas, oficalizando assim nossa inscrição.

Atenciosamente.

Afonso Gallindo

composição da *CHAPA ABD VIVA* 

*Presidente*– Cynthia Falcão – PE

*Vice presidente* – Afonso Gallindo – PA

*Secretária Geral* – Ana Vidigal – AP

*Diretor Administrativo Financeiro* – Leandro Cunha – GO

*Diretor de Comunicação* – Henrique Oliveira – AL

*Diretor de Novas Mídias* – Marco Aurélio – MG

*Diretor de Integração* – Andre Leão – DF

*Diretor Institucional* – Mateus Damasceno – BA

*Diretor de Assuntos Internacionais* – Dario Gularte – RJ

*Diretor de Acervo e Memória* – Anderson Bruno – SE

*Conselheiros*

Kleyton Marinho – PI

Mannuela Costa- PE

João Carlos Beltrão – PB

*NOSSAS PROPOSTAS*

Os eixos são:

ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL

COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL E EXTERNA

ASSUNTOS DE INTERESSE JURÍDICO

POLÍTICAS DE FOMENTO, DIFUSÃO, FORMAÇÃO E MEMÓRIA

As ações serão executadas em curto, médio, longo prazo além daquelas que
permearão toda a gestão, a saber:

*CURTO PRAZO *

*Campanha de Comunicação Institucional: *

• Renovação da marca

• Criação de boletim semanal on line, com notícias de interesse do segmento
audiovisual, divulgação das ações da ABD Nacional, incluindo agenda da
diretoria, ações das ABDs estaduais e DF, e de realizadores de todo país.

• Maior apropriação e utilização das ferramentas via web como twitter,
facebook, blog, redes de compartilhamento de informações e conteúdos,
reconfiguração e atualização do site

*- Campanha para associação de novos realizadores de produção independente
nas ABDs estaduais, *

*- Estimular a participação ativa dos documentaristas de longa metragem na
entidade *

*- Estreitar diálogo e ações com Ministérios, Secretárias, entidades e
instituições de âmbito Nacional *de toda a cadeia produtiva do audiovisual,
visando proporcionar parcerias mais amplas e acompanhar ações e programas em
andamento com mais eficácia.

*- Concretização e aplicação do projeto CURTA EM TODAS AS TELAS *que já se
encontra na SAV para implantação. Teremos como movimento inicial a Formação
dos Agentes multiplicadores em todo o país e paralelamente a consolidação de
novas e necessárias parcerias, motivando também oficinas de
atualização/qualificação voltadas para realizadores em todos os estados e

assim além de oportunizar as várias janelas, criando condições de
comercialização para todos os produtores independentes em todo o país;

*- Ampliação da atuação da Diretoria Institucional *focando na articulação
com as bancadas em Brasília, participação em eventos por todo o país e na
América Latina participando de maneira mais ativa de processos relacionados
ao nosso segmento em todas as etapas do processo de formulação de Leis e
ações voltadas ao realizador de curtametragem e documentaristas;

*- Criação da Diretoria de Novas Mídias *buscando integrar e contribuir com
a maior participação da produção independente de curta e documentário nas
diversas plataformas; formalizar parcerias com o Porto Digital (*Arranjo
Produtivo de Tecnologia da Informação e Comunicação, com foco no
desenvolvimento de software, que está situado no Recife-PE*) a partir do
projeto Portomídia. E com o Projeto Estação-Escola de Televisão Digital –
VirtuaLab TV do Laboratório de Aplicação em Vídeo Digital da UFPB em
parceria com a ABD-PB, visando a possibilidade de criação de modelos de
distribuição digital para as ABDs – Em consonância com o projeto Curta em
Todas as Telas, incluindo aqui o documentário em longa metragem.

*- Criação da Diretoria de Assuntos Internacionais*, com foco prioritário na
América Latina, estreitando diálogo de nossas associadas com entidades e
instituições de língua hispânica, portuguesa e no Mercosul, criando maior
circulação e intercâmbio de produções de documentários e curtametragens,
além de propor uma política de fomento, co-produção e de circulação entre os
países membros.

*- Criação da Diretoria de Acervo e Memória e efetivação do Projeto Memória:
*Organizar e sistematizar a história de nossa entidade, concretizando sua
divulgação online e impressa, possibilitando assim para instituições,
entidades e universidades de todo o Brasil, acesso ao histórico da
organização política dos realizadores de curta e longa documentário.
Iniciaremos esta ação com a mobilização de nossos associados com apoio de
pesquisadores, centros de pesquisa, órgãos governamentais.

*- Dinamização da Tesouraria *através de elaboração de propostas e
alternativas de caixa, buscando menos inadimplência, adequação do valor de
anuidade à realidade financeira das associadas, descontos para quitação em
dia, elaboração de balancetes mensais, envio de boleto para pagamento via
e-mail, elaboração de projetos de captação de recursos através de parcerias
dando mais agilidade as ações desta;

*- Promoção de Encontros – *Buscar parcerias para realização de
Fóruns/Seminários regionais em todas as regiões. Como o apoio da Coalizão
Brasileira Pela Diversidade Cultural, que promoverá encontros regionais
agregando várias entidades da cultura. Através desta parceria serão
realizados encontros anuais, com todas as ABDs, para nivelamento – político
formativo – com apresentação, compartilhamento e avaliação das ações das
ABDs estaduais e da ABD Nacional, além da discussão por uma nova legislação
para a Cultura no país, os resultados desses encontros serão registrados em
vídeo e disponibilizados pela internet e DVD

*- Maior acompanhamento das ABDs associadas, *contribuindo em ações e
difundindo os respectivos resultados, possibilitando apoio nas eleições
locais, esta ação visa também, salvo desejo do coletivo estadual, que todas
as ABDs tenham no máximo 2 anos de gestão, a exemplo da ABD Nacional,
valorizando a oxigenação, a requalificação de quadros para participação e
ações mais efetivas nas diferentes esferas, apoiando o surgimento de novas
lideranças e fortalecendo as lideranças formadas. Promover maior integração
com as associadas de todo o país, motivando mostras itinerantes, discussões
online e buscando um diálogo ainda mais amplo;

*- Participação AFIRMATIVA nas ações e programas do MinC (ANCINE,SAV, CTAv),
como os programas: *

• *Olhar Brasil – *Foco na implantação nos estados que ainda não têm NPDs e
revitalização e fortalecimento dos existentes junto a SAV, agregando novos
parceiros, a exemplo do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ministério da
Educação e Universidades para ampliação de suas atividades, atrelando também
pontos de cultura com vocação audiovisual em todo o país, potencializando e
interiorizando ações e resultados;

• *DOCTV *- Buscar a garantia da permanência e o compromisso de assiduidade
junto a MINC/SAV e TV Brasil, buscando novos espaços para difusão de
associados participantes, com maior acesso a cursos e capacitação e
consolidação da parceria das ABDs em todos os estados;

• *DOCTV Latino América – *Buscar a garantia da permanência e o compromisso
de assiduidade junto a MINC/SAV, além do aumento de documentários por país.

*- Acompanhamento do pleito de inclusão nos relatórios da ANCINE do público
dos filmes exibidos em circuitos alternativos de exibição*, cineclubes,
pontos de exibição, movimentos sociais, escolas, etc.

*- Ampliação da duração do filme de Curtametragem *– Diante do aumento de
curtametragens finalizados em todo país com duração superior a 15 minutos,
impossibilitando a inscrição de curtas em festivais e da retirada do CPB,
solicitaremos à ANCINE que os filmes de curtametragem sejam aqueles com até
26 minutos, tempo que possibilita também ampliação de janelas de exibição,
como nas TVs.

*- Resgatar e ampliar nossos convênios, *consolidando os atuais e buscando
novos que atendam as demandas de nossos associados em todo o país,
potencializando os acordos locais e nacionais, independente de que estado
seja, a carteira de parceiros por todo o Brasil, incluindo descontos em
fornecedores e cursos de aperfeiçoamento em cinema e audiovisual.

*- Dia Nacional do Curtametragem e do Dia do Documentário – *Continuidade e
ampliação das duas recém-criadas comemorações pela atual diretoria buscando
apoios e parcerias institucionais para sua plena execução, pela relevância e
importante reconhecimento aos realizadores de curtametragem e
documentaristas de todo o Brasil, contemplando a exibição de curtas e
documentários de todo o Brasil, garantindo assim a maior visibilidade das
nossas obras e o intercâmbio das nossas produções.

*MÉDIO PRAZO*

*- Consolidar a implantação dos Fundos Regionais*, dialogando com as
associadas e focando junto as bancadas estaduais e federais, MINC, ANCINE e
SAV e outras instituições;

*- Criação do Fórum Nacional, *com as 27 ABDs, representantes dos
Secretários de Cultura dos Estados, Deputados estaduais, Federais e
Senadores, promovido em parceria com as demais entidades que queira junto a
ABD aprofundar na discussão da legislação, com um alinhamento das políticas
Nacionais Estaduais e Municipais, para a alteração e implantação de uma Lei
especifica para a cultura onde o audiovisual seja tratado com as suas
especificidades;

*- Criação da Sociedade Amigos da ABD Nacional *e com isso possibilitar
ações e investimentos de parceiros e interessados no aumento da discussão e
difusão da produção independente brasileira. A Sociedade Amigos da ABD
Nacional terá como objetivo apoiar a ABD Nacional no cumprimento de sua
missão institucional. Sua atuação será direcionada tanto para os projetos
que envolvam a cadeia produtiva do setor audiovisual como para o auxílio
financeiro da ABD, para que a mesma possa desenvolver seus trabalhos. Isso
tudo será fundamental para que dê espaço para a Diretoria da ABD Nacional
trabalhar seu lado político

*- Gestão de Direitos Autorais – *Criação de GT exclusivo para elaboração de
propostas para a criação de agência arrecadadora de direitos autorais do
audiovisual, em sintonia com a remuneração do autor e a garantia de acesso à
população às obras audiovisuais. Esta ação, além de facilitar a elaboração
coletiva das propostas, irá identificar em nossos quadros atores que
representem os interesses do curtametragem e do longa documentário em todos
os respectivos fóruns;

*- Renovar pacto dos realizadores com os Festivais*, restabelecer com o
Forum dos Festivais um diálogo que gere uma melhorar relação dos
realizadores com os organizadores de festivais no país, independentemente de
serem públicos ou privados, repactuando atitudes e ações como: valorizar a
produção local, garantir a qualidade nas exibições, assim como é cobrado dos
realizadores a qualidade no formato final, incluir gradativamente a exibição
digital, valorizar a participação das ABDs estaduais e da Nacional nos
seminários e na pauta política do festival, privilegiar a premiação nos
orçamentos, garantir comissões de seleção especializadas e isentas.

*- Criação do Observatório de Editais ABD*, coordenado pelas diretorias de
Integração e de Articulação Institucional, acompanhando através de
informações das estaduais, editais e leis de incentivo (estaduais e
municipais), será traçado um panorama do incentivo em cultura/audiovisual e
contribuirá oferecendo suporte técnico e político às estaduais para que
proponham, formulem e cobrem do poder público local ações de política
pública da cultura/audiovisual, através de contínua atualização de dados
destas ações em todo Brasil. O resultado desse trabalho será divulgado em
site próprio, aberto para consulta, a divulgação e atualização desses dados
facilitarão o acompanhamento e comparação entre as ações de políticas
públicas para a cultura/audiovisual, em cada Unidade Federativa do país.

*- Aproximação com as Universidades e espaços de formação *em
Cinema/Audiovisual em todas as regiões do país.

*- Participação efetiva da ABD Nacional e ABDs/UF em conselhos consultivos e
deliberativos, comissões de seleção, programas e editais públicos de
audiovisual e cinema; *

*- Defender e mobilizar a revisão do CBO *(Código Brasileiro de Ocupação)
onde diversas funções existentes na prática em nossa expressão não são
contempladas e possibilitar assim condições dignas de aposentadoria para
nossos associados em todo o país, estreitando também a relação com os
sindicatos, entidades de pesquisa e de formação – respeitando sempre suas
respectivas áreas de abrangência – e assim criar tabelas de pisos,
atualização e condições de respeito e mais estabilidade a técnicos
brasileiros;

– Buscar parcerias para a concretização do *Programa ABD Nacional, *que será
exibido pela web e através de parcerias com TVs públicas estaduais, TV
Brasil, TV Senado, TV Câmara. Foco na produção e na discussão e na política
pública de cultura e audiovisual.

*LONGO PRAZO*

*- Formação dos Agentes de Distribuição do Curta e do Documentário *

*- Criação do Portal da ABD *onde será disponibilizado além da visualização
do público em geral, através de *streaming e *download de curtas em todas as
linguagens e documentários de curta, média e longa duração para venda.
Informações sobre os filmes e contatos de equipe técnica envolvida. Esta
proposta também é desta gestão que termina, mas acreditamos que depende do
fortalecimento, mapeamento e catalogação da filmografia brasileira, para uma
vitrine ampla e justa, onde esteja presente a diversidade
cultural/cinematográfica do nosso País;

*AÇÕES PERENES *

•*Encaminhamento e participação CONSTANTE e AFIRMATIVA* em TODAS as ações e
programas de Audiovisual do MinC (ANCINE,SAV, CTAv)

•*ACOMPANHAMENTO AS PROPOSIÇÕES PRIORITÁRIAS* que tramitem no Congresso
Nacional, Câmaras Municipais, Assembléia Legislativa estaduais, através das
ABDs, das políticas para o audiovisual;

•*Batalha pelo AUMENTO DA COTA DE TELA *– para 50% de filmes nacionais, a
inclusão de curtas metragem;

•*Criação de LINHAS DE FOMENTO* que optem pela LINGUAGEM, inovação técnica e
artística nos editais de Baixo Orçamento para o Longa documentário;

*•**AUMENTO DE FINANCIAMENTO* para realização de filmes de CURTA METRAGEM em
todo país;

*•**AFIRMAR A IMPORTÂNCIA* da implantação de *CENTROS TÉCNICOS E DE FORMAÇÃO
PROFISSIONAL* em Cinema e Audiovisual EM TODAS AS REGIÕES;

*•**PROPOR E ESTIMULAR PARCERIAS COM VÁRIOS MINISTÉRIOS* para elaboração,
exibição e distribuição de produtos audiovisuais como o Ministérios da
Educação, Comunicação, Cidades, Turismo, Ciência e Tecnologia, Igualdade
Racial, Trabalho e Emprego, Saúde, Integração Nacional (este buscando também
incentivos e recursos do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia e Fundo de
Desenvolvimento do Nordeste) e Ministério da Justiça.

*•**Aproximação com as demais entidades que representam e defendem a
produção independente de audiovisual e do cinema brasileiro,* em prol da
convergência de forças e ideias.

*Além da rede de colaboradores e das 27 ABDs de todas as unidades
federativas do país.*

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Sobre SRSC

Journalist. Filmmaker. Audiovisual Researcher. MediaDesigner. English Teacher.

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Publicado em 19/08/2011 por em ABD Nacional, Audiovisual.
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